Olá! Sejam bem-vindos ao nosso blog, criado com o intuito de vos ajudar a conhecer melhor o mundo da sexualidade. Aqui iremos tentar responder da melhor maneira às vossas dúvidas acerca do tema. Obrigada pela atenção.

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Panfleto e Cartaz informativos

 

 

 

 

 

Publicado por sexualidadeadolescencia às 15:30
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Resultado dos Inquéritos

 

Publicado por sexualidadeadolescencia às 15:25
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Inquérito realizado aos alunos do Ensino Secundário

Publicado por sexualidadeadolescencia às 15:17
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Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2010

Contracepção

A contracepção consiste num conjunto de processos que procuram evitar que a mulher fique grávida quando tem relações sexuais.
A contracepção é utilizada no planeamento familiar, permitindo a uma mulher escolher:


• Quando quer um filho;
• O número de filhos que quer ter;
• O e
spaço entre os filhos.


Existem vários tipos de métodos contraceptivos: os naturais e os artificiais.
Os métodos contraceptivos naturais consistem no conhec
imento da data da ovulação e na sobrevivência dos espermatozóides e dos oócitos. Os espermatozóides têm um tempo de vida aproximadamente de 72 horas e o oócito de 24 horas.
De entre estes métodos temos: o método do calendário ou método de Ogino-Knaus, o método das temperaturas basais, o método do
muco cervical ou método de Billings, o método sintotérmico, o método da abstinência e o coito interrompido.


Os métodos artificiais são os mais usados actualmente pela sociedade, não só pelo seu fácil uso, como também pela sua eficácia.
Relativamente a estes métodos artificiais temos: o dispositivo intra-uterino (DIU), os espermicidas, o preservativo feminino e masculino, o diafragma, a pílula, o adesivo, as injecções, o anel vaginal, o implante, a vasectomia,
a laqueação das trompas e a pílula de emergência.


Os métodos como o preservativo masculino e feminino, são conhecidos como métodos de barreira, pois impedem o contacto dos gâmetas, quando usados correctamente.
O preser
vativo masculino é constituído por uma membrana fina, normalmente de látex, que deve ser colocado no pénis assim que fique erecto e antes da penetração. Após a ejaculação, deve-se retirar o preservativo com cuidado.
O preservativo feminino é constituído por uma membrana de poliuretano, que também deve ser colocad
o na vagina antes da penetração.
Cada preservativo deve ser utilizado uma só vez, sendo este o único método que previne as doenças sexualmente transmissíveis (DST).


A pílula é um método contraceptivo que contém hormonas sintéticas semelhantes às das mulheres, sendo o seu objectivo suspender a produção hormonal habitual, impedindo a ovulação e, portanto, a fecundação, quando usados correctamente.
Como todos os medicamentos, têm contra-indicações e necessita de controlo anual, deve ser prescrita por um médico.
A pílula tem algumas vantagens como prevenir a gravidez (é método que melhor previne a gravidez), diminuição das dores menstruais, acne e ainda a regularização do ciclo menstrual.
Este método têm algumas desvantagens, como o facto de não prevenir as doenças sexualmente transmissíveis e estar sujeito a uma toma regular.


A pílula do dia seguinte é o único método que pode ser usado após relação sexual que consiste numa toma da pílula especial nas 72 horas seguintes ao acto sexual. Normalmente é um comprimido e quanto mais cedo for o início do tratamento, maiores serão as probabilidades de sucesso.
Esta pílula adia a ovulação ou impede a nidação no útero de um eventual óvulo fecundado. Como contém uma dose mais elevada de hormonas do que a pílula contraceptiva pode, eventualmente, provocar efeitos secundários como náuseas e vómitos.
Não se deve utilizar esta pílula como método contraceptivo mas apenas numa situação de emergência, por causa da elevada concentração de hormonas. Este método não é eficaz se a gravidez já estiver em curso.

 

Publicado por sexualidadeadolescencia às 19:23
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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Consulta de Planeamento Familiar e Ginecológica

 É importante estares informado sobre tudo o que te rodeia e, essencialmente, sobre a sexualidade, a saúde sexual e reprodutiva e sobre o teu corpo. É essencial falares com os teus pais – apesar de por vezes parecer um pouco estranho – com os teus  amigos e com o teu (tua) parceiro(a) para obteres mais informação que te ajudem a tomar certas decisões e a esclarecer dúvidas. Por outro lado, podes optar por ir a uma consulta de Planeamento Familiar, ao ginecologista (no caso das raparigas) ou ao urologista (no caso dos rapazes).

 
Todas as mulheres podem ir a uma consulta ginecológica ou de Planeamento familiar, independentemente da sua idade. A primeira consulta deste género deve acontecer no inicio da adolescência, independentemente de teres iniciado ou não a tua vida sexual, mas é essencial que pelo menos tenhas a primeira consulta no ginecologista após o início da tua vida sexual ou quando tiveres queixas a nível ginecológico. A primeira consulta não tem realmente uma idade certa, depende da tua maturidade psicológica e física.

Em relação às consultas de Planeamento Familiar, todos os jovens têm direito de recorrer a elas. Estas consultas são gratuitas e anónimas e podes ir sozinha(o), se assim o entenderes, não precisando da autorização dos teus pais. Podes marcar a tua consulta de Planeamento Familiar em qualquer Centro de Saúde que tenha gabinete de atendimento, em alguns hospitais e maternidades. Tens ainda ao teu dispor os serviços dos Gabinetes de Apoio à Sexualidade Juvenil ou Centros de Atendimento a Jovens das Delegações Regionais do Instituto Português da Juventude. Em todos os centros de saúde existem também contraceptivos para distribuição gratuita aos utentes.

 

Na consulta de Planeamento Familiar, o médico dá-te variadas informações, essencialmente sobre métodos contraceptivos, caso pretendas, ajuda-te a escolher o método contraceptivo mais adequado para ti e disponibiliza-to de forma gratuita. Deves voltar posteriormente a uma consulta deste género para ver como te estás a adaptar ao método contraceptivo e corrigir possíveis erros, para adquirires mais contraceptivos gratuitos ou para esclarecer dúvidas que possam ter surgido.

 

As consultas de ginecologia existem em Centros de Saúde, Hospitais e em consultórios privados e tal como nas consultas de Planeamento Familiar, se quiseres podes ir sozinha à consulta. Acima de tudo, é fundamental que não escondas nada do teu médico para que ele te possa examinar e tratar correctamente ou recomendar-te o método contraceptivo mais adequado uma vez que o médico não pode contar aquilo que tu dizes, mesmo que sejas menor de idade.

 

Deves ir regularmente ao ginecologista, mesmo que nunca tenhas tido relações sexuais. Mas as razões que te devem levar mesmo a ir a uma consulta ao ginecologista são:

 

·    Quando decidires iniciar a tua vida sexual

·   Quando existem alterações nos ciclos menstruais, na palpação da mama ou nas características das secreções vaginais

·   Quando aparecem caroços, vermelhidão, comichão ou ardores na área genital ou nódulos nas mamas

·     Quando tens acne ou dor a urinar

·     Por causa do crescimento mamário e dos pêlos 

 

Os exames feitos na primeira consulta são bastante importantes para tratar algumas doenças frequentes e que se forem detectadas a tempo podem ser tratadas. O primeiro exame a ser realizado é o colpocitologia ou citologia vaginal e serve para fazer o rastreio do colo do útero. O segundo exame é a ecografia ginecológica que permite visualizar o útero, trompas e ovários, podendo desta forma serem diagnosticados miomas, lesões, quistos e tumores caso existam. Ainda se podem realizar os exames laboratoriais que denunciam a presença de infecções, doenças sexualmente transmissíveis e fungos.

 

Na primeira consulta, o médico começa por te colocar questões de rotina, como por exemplo quando te surgiu a primeira menstruação, se o teu ciclo menstrual é regular, se tens dores quando estás menstruada, se já tiveste relações sexuais, se utilizas métodos contraceptivos, se existe alguma doença crónica na tua família entre muitas outras.

 

Depois inicia o exame citologia vaginal. Com o primeiro exame (citologia vaginal). Este exame não dói, mas é essencial que estejas à vontade e relaxada para que tudo seja facilitado. Para fazeres o exame, tens de te despir da barriga para baixo e ficares deitada de barriga virada para cima na mesa ginecológica, com os pés apoiados num suporte e as pernas afastadas. O médico usa essencialmente as mãos com luvas, podendo também recorrer a alguns instrumentos como é o caso do espéculo ou a espátula. O primeiro instrumento é inserido na vagina para afastar as paredes a fim de poderem ser examinadas. Se o teu hímen ainda estiver intacto (se ainda não perdeste a virgindade), o médico vai usar instrumentos mais estreitos já que este exame não te rompe o hímen. Caso te interesse, podes pedir ao médico para te mostrar, com a ajuda de um espelho, como é a tua vagina e o teu colo do útero. Não hesites em pedir-lhe para te ir explicando o que vai fazendo. Com a ajuda de uma espátula, o ginecologista retira uma amostra de células da mucosa do colo do útero. É também feito o toque bi-manual, em que o médico introduz dois dedos na vagina e ao mesmo tempo coloca a outra mão sobre o abdómen, com o objectivo de sentir os teus órgãos genitais e ver se está tudo normal. O médico também poderá fazer palpação do peito para verificar se existem ou não caroços. O exame termina, as amostras vão para o laboratório para que posteriormente sejam analisados os resultados. 

Podes também pedir informação através dos contactos de apoio que te sugerimos na barra lateral do blog e futuramente iremos postar um artigo em que falaremos dos exames que são feitos numa consulta urológica. Se tiveres alguma dúvida não hesites em colocar através de um comentário.
Publicado por sexualidadeadolescencia às 15:56
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

O que é a sexualidade? E a adolescência?

Todos pensamos saber responder a estas duas questões aparentemente tão simples. Mas será que sabemos? A sexualidade e adolescência são duas áreas bastante complexas. É algo que não é igual em toda a gente, afinal de contas, apesar de sermos todos iguais somos todos diferentes! Para nós, a sexualidade é algo complexo e que se manifesta de diferentes maneiras em cada indivíduo. É algo que pode tornar uma pessoa na mais feliz do mundo como torná-la também na mais frustrada.

 

A adolescência é uma fase da vida pela qual todos passamos. É uma fase de mudanças, de descobertas, de orgulho e de dúvida. É uma fase de entusiasmo, fantasias e insegurança, de explosão, de crescimento e sensações que nunca mais acabam. Queremos viver tudo num só dia. Queremos viver, viver e viver, temos medo que o mundo acabe e que não possamos sentir as boas sensações que a vida tem para oferecer…Para nós o mais importante é estarmos em grupo, sentirmo-nos bem connosco próprio e agradar aos outros. Também é nesta fase que as nossas hormonas sexuais começam a funcionar e o interesse sexual aumenta.
 
Mas afinal de que é que realmente se tratam estas duas questões? A sexualidade é um aspecto da nossa vida bastante complexo e que nós não conseguimos controlar completamente. Pode ser vivida de diferentes maneiras, entre as quais numa relação afectiva, de uma forma responsável e partilhada. Pode estimular o amadurecimento de uma relação estável, podendo levar à constituição de uma família. Contribui também para o nosso bem-estar e amadurecimento psico-afectivo. Contudo, a sexualidade pode não ser vivida para fins de felicidade mas sim o contrário, como é o caso da procura de prazer à custa do outro (violação, prostituição, utilização sexual de crianças, relações forçadas) e na utilização da exploração comercial do desejo e do prazer (publicidade e pornografia). A sexualidade é algo que nos pode perturbar e degradar assim como nos pode dignificar, desenvolver e tornar-nos felizes.
 
E a adolescência? O que é? A adolescência é um período da vida em que já não se é criança mas também ainda não se é adulto. É um período no qual ocorrem bastantes transformações tanto a nível físico (corpo) como psicológico (relações com os outros) e no qual existem conflitos com gerações mais velhas mas também ideias, experiências, sonhos e projectos. A adolescência inicia-se quando os nossos órgãos genitais entram em funcionamento, ou seja, quando há o aparecimento da primeira menstruação nas raparigas (entre os 10 e 13 anos) e quando há a possibilidade de ejaculação nos rapazes (a partir dos 12 anos). Possibilidade de ejaculação porque o rapaz pode já ser adolescente sem nunca ter ejaculado. As primeiras ejaculações costumam coincidir no tempo com o aparecimento dos pêlos axilares e não dos pêlos púbicos, que geralmente aparecem primeiro. Esta fase da nossa vida termina quando podemos considerar que já somos uma pessoa adulta tanto a nível biológico como psicológico, o que, normalmente, varia de pessoa para pessoa.
 
Por fim, relacionando estes dois conceitos, podemos dizer que a sexualidade é algo que nos acompanha durante toda a vida e é na adolescência que ela se manifesta com mais intensidade e das mais variadas maneiras tais como sonhos sexuais, desejos e excitações sexuais, fantasias sexuais, masturbação e relações sexuais.

 

Publicado por sexualidadeadolescencia às 14:52
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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Apresentação

Olá! Nós somos a Adriana Martins, a Ana Baptista e a Daniela Brazete. Somos alunas do 12ºB do curso Ciências e Tecnologias da Escola Secundária com 3º CEB de Gouveia e estamos a desenvolver um trabalho na disciplina de Área de Projecto sobre o tema da Sexualidade na Adolescência.

Temos desenvolvido várias actividades desde o inicio do ano lectivo 2009/2010 incluindo a criação deste blog onde colocaremos todo o trabalho feito ao longo do ano.

Apresentaremos semanalmente um artigo sobre determinado tema incluido no nosso projecto que vos ajudarão a esclarecer as vossas dúvidas e se, eventualmente, surgirem outros tipos de questões, estamos disponiveis para responder com a ajuda de um professor, Professor Rogério Figueiredo (Ciências da Natureza e Biologia e Geologia), às vossas questões.

Esperemos que este blog vos seja útil para a vossa vida.

 

Obrigada pela vossa atenção e colaboração.

Publicado por sexualidadeadolescencia às 16:49
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